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| Revista Motor Clássico Espaço para a discussão de temas relacionados com a revista Motor Clássico |
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| Valores correctos e modelos/versões adequados |
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3 | 37.50% |
| Valores correctos mas modelos/versões desadequados |
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2 | 25.00% |
| Valores incorrectos mas modelos/versões adequados |
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2 | 25.00% |
| Valores incorrectos e modelos/versões desadequados |
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1 | 12.50% |
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A minha opiniao sobre esta parte da revista é que para quem compra a revista todos os meses é um desperdicio, se formos a fazer as contas, 32 revistas x 6 paginas ja dava 192 paginas o que equivale a 2 revistas extra so em papel.
Conclusao, a MC nao é amiga do ambiente ![]() Agora a sério, ha uns valores que concordo outros nem por isso, pois a meu ver embora albuns carros com alguma paciencia ate se arranja talvez a valores inferiores ao da revista ha outros que nem pensar se encontrar por esses valores. Um porsche 912 (em portugal) em condiçoes (100%) n se encontra por 13.000, mg b gt por 9000€ idem ou fiat 600 multiplas por 6000€. Os carros na casa dos 3000, 2000, 1000€ acho que nunca sera carros a 100%, e entao se fizermos as contas que dizem de inincio de um carro que esteja a 70%(carroceria precisa de pintura mas n tem ferrugem) isto ainda faz menos sentido. Ora quero comprar um fiat 127, na revista diz que vale 1000€ a 100%, ora se precisa pintura ofereço 700€ e por 300€ pinto o carro para ficar a 100%? (preciso do contacto desta estufa) ![]() Acho que é uma area que pode servir de referencia para para n levar a peito tudo o que por la aparece ![]() |
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Basta comparar as cotações dos clássicos e os preços que pedem por eles nos anúncios. Regra geral, as cotações são inferiores aos preços praticados. Dou como exemplo, o Lotus Elan Sprint de 1973:
Cotação MC nº 32: 23.000 €. Preço de anúncio MC nº 32: 37.000 €.
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A.M.Silva DS21 Mini1.3i NewC3 |
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Boa Noite,
Esta é uma secção que de facto na minha opinião podia apresentar algumas melhorias. O guia de cotações é uma ferramenta importante e é sempre uma bitola daquilo que podemos esperar e que devemos procurar na avaliação de um usado. De facto os preços dos anúncios por veze snão têm nada a ver, mas isso tb acontece nos carros ditos normais (não clássicos). Um carro com 3 anos a valer pelo Eurotax 12000€ aparece desde os 10.000 aos 15.000, por isso não é por aí. O guia é importante e dá a todos uma noção de uma média. Agora o que eu acho que podia ser melhorado é o seguinte: Acho em primeiro lugar que a lista podia e devia ser mais exaustiva, faltam por vezes alguns modelos. Acho que há uma boa oportunidade de "utilidade" e de complemento às listas de usados que terminam nos veículos com 12 anos de idade e, pegando daí, ainda que não sejam clássicos nem lá perto, oferecer uma cotação contínua e estruturada para todos os modelos de uma forma geral. Claro que isto implica um trabalho de pesquisa que não é fácil, muito menos com os parcos recursos que imagino a revista tenha (como os media estão em portugal, não é complicado imaginar que esta revista se deve à vontade (leia-se dinheiro) de poucos e à carolice de muitos). Não deixaria de ser interessante no entanto... À consideração... |
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Não é preciso ser muito investigador para LER o q por cá se vende nas revistas de clássicos internacionais principalmente, italianas, inglesas alemãs francesas.A grande maioria tém uma tabela de cotação de classicos muito idêntica!!!Porque será???
Abraço...P. ![]() |
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Olá a todos,
agradeço as vossas opiniões sobre este assunto, mas preferia começar por uma nota prévia: A criação deste tópico não é inocente. No Portal dos Clássicos, o Ricardo Teixeira acusou a redacção da MC e, em última análise, a mim próprio, de escolher os modelos cotados consoante interesses que não especificou, mas insinuou claramente que razões económicas favoráveis à revista e/ou aos membros da redacção condicionariam assim a orientação editorial da revista. Ora, como bem entendem, esta é uma acusação muito grave e, sobretudo, completamente infundada. Os automóveis que aparecem nas nossas cotações foram por mim escolhidos no final de 2005 e princípios de 2006, quando elaborei o Guia Vintage Veículos Clássicos, publicado em Abril, antes de saber que existiria a Motor Clássico. O GV não tinha qualquer publicidade de comércio automóvel e a escolha baseou-se num critério de disponibilidade e relevância no nosso mercado que apliquei então e que, embora não esteja isento de críticas, me pareceu, altura, o melhor possível. Instado por mim a apresentar fundamentos para as acusações que tinha feito, nada apresentou, para além de mais algumas opiniões que revelam perfeito desconhecimento sobre o que é o nosso trabalho. E, sobretudo, uma grande falta de respeito. Este é o enquadramento em que penso deverem ser entendidas as suas opiniões. estou certo que, tal como eu, saberão dar-lhes o devido valor. Quanto às cotações, concordo quando dizem que é uma secção a melhorar. Na verdade, tenho estado há alguns meses a preparar uma actualização das cotações, com mais alguns modelos. Infelizmente, o processo não é tão simples quanto o Papiko refere (i. é: copiar das outras revistas ). Uso as cotações inglesas, americanas, francesas, italianas, alemãs e espanholas (revistas e guias específicos), ponderando depois as especificidades no nosso mercado - disponibilidade, interesse e custos de importação.Faço isto para cada versão, ponderando o seu valor final em absoluto e relativamente aos outros modelos da mesma marca e segmento. É por isso que consigo diferenciar as várias versões, como também está patente nas nossas cotações, muitas vezes, por valores muito pequenos. Depois de um processo tão complexo, o difícil é simplificar a escolha, porque não podemos ocupar mais espaço, pelo que, para introduzir mais modelos, terei que retirar alguns ou algumas versões. Gostava apenas de esclarecer que, como o Papiko diz, os valores apresentados nas revistas estrangeiras não são muito diferentes dos nossos porque: - As cotações apresentadas são-no para um automóvel em abstrato e não em concreto. Significa que, ao fazermos as cotações, defendemo-nos do facto de que, regra geral, os automóveis, na vida real, estarem em pior condição do que parecem. - As cotações são valores indicativos e prevêem uma margem de erro de cerca de 15%, fora todas as condições especiais (venda por comerciante, história importante, condição concurso, etc...) que devem ser contabilizadas à parte. - Por último, as cotações devem estar ligeiramente do lado do comprador, sobretudo em mercados mais vulneráveis à especulação, como é o caso de um sector muito pautado pela emoção e relativa escassez de produtos. Todavia, também não podemos exagerar nesta tendência, sob pena de afastar o investimento no restauro e manutenção dos carros. Nesse aspecto, dou razão ao Alapimba. Resumindo, haverá em breve uma revisão de algumas cotações, com a saída de alguns modelos e entrada de outros. Estou oficialmente aberto a sugestões. Aquelas que já decidi são: Alpine A110 (2 ou 3 versões) Citroën Mehári Jaguar XK120-150 Jaguar Mk2 Lotus Europa Mercedes-Benz W108 Mercedes-Benz R107 Opel Commodore Peugeot 205 GTI Porsche 911 pré-74 Cumprimentos a todos. |
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Para acrescentar à sua lista das cotações dos clássicos, que estão incompletas:
Citroën: Ami's 6, 8 e Super. Morris: Marina. ![]() Opel: Opel's Manta, séries A e B. Porsche: 365B. Toyota: Corona e Celica. Volvo: P1800, 144 e 164E. Cumprimentos,
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A.M.Silva DS21 Mini1.3i NewC3 Última edição por Antonio Mendes Silva : 13-10-2009 às 10:13 |
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A situação que o Adelino Dinis referiu é, de facto, grave, e tendo o user em causa apenas 13 posts ao longo de mais de 2 anos, questiona-se qual a sua intenção, e, acima de tudo, qual a sua utilidade para este fórum...
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Reparem apenas que eu considero a questão das cotações pertinente. Aliás,penso que já ficou bem patente que dou valor as apreciações críticas e sugestões feitas à revista. Nunca censurei qualquer opinião sobre o nosso trabalho e, como sabem, mesmo no nosso fórum, têm aparecido algumas críticas bastante fortes.
Existem, todavia, certos limites que não podem ser ultrapassados. O ataque à reputação e idoneidade das pessoas não é admissível, sobretudo quando baseada em meros palpites. Não sou pessoa para guardar ressentimentos, mas formo opinião sobre o carácter das pessoas com base nas suas atitudes nos fóruns, da mesma forma que na vida real. |
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É verdade, António, os 356 também têm que entrar, claro.
![]() Entre pré-A, A, B e C são 46 modelos diferentes! Vou ter que escolher só alguns... Ami e Manta também é provável que entrem, mas Toyota, só o Celica e, eventualmente , o Corolla AE86. O Morris Marina talvez. Os Volvo 144 e 164 é mais provável que entrem do que o P1800. Obrigado. |
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Citação:
SM: 20 000 ; SM Injection: 22 000 ; SM Automatique: 17 000 Hoje seriam provavelmente: SM: 22 000 ; SM Injection: 24 000 ; SM Automatique: 18 500 Ainda estão na margem de erro de 15%. ![]() Abraços |
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Citação:
![]() Um abraço,
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A.M.Silva DS21 Mini1.3i NewC3 |
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Citação:
como eu disse, estou aberto a sugestões. Diga de sua justiça. ![]() |
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Eu pergunto-me se as cotações servem para alguma coisa. Para quem vende ou para quem compra.
![]() A cotação do meu Fiat por exemplo é 1800€. Desafio atravessarem Portugal de Rio de Onor a Sagres e tentar comprar um a andar por esse preço. É me indiferente a cotação e até agradecia que fosse mais baixa para mostrar a revista a quem os tem para vender que tem de baixar o preço. ![]() Fiat 128 sport L carro muito raro em Portugal. - Atães - Carros Fiat 128 SPORT COUPE 1.3 €5.250 - Carros usados, Automoveis usados - Auto SAPO |
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Citação:
Sendo o amigo um especialista, e eu sei que é, penso que facilmente definirá os modelos e versões dos Mercedes-Benz clássicos que se transaccionam em Portugal. A partir daí, é confrontar com a pequena lista que consta na revista e adicionar os que faltam. Se necessitar de alguma colaboração em definir os veículos, estou ao dispor. Cumprimentos |
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As cotações servem para muitas coisas para além de constituirem referência para vendedores e compradores.
Por exemplo, para justificar os valores segurados num veículo antigo, sem valor comercial no mercado de usados. As nossas cotações servem também para muitas companhias de seguros aceitarem segurar um clássico, sobretudo se for mais recente. Eu sei que muitos valores indicados estão bem longe de reflectir o custo de recuperação de um carro. O 128 Sport Coupé deverá ver o seu valor subir consideravelmente na revisão que estou a preparar. Mas não vai ficar ao preço do indicado no anúncio... ![]() O seu carro em concreto valerá mais, pelo estado em que se encontra, mas está longe de ser uma situação normal. |
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Também me parece que o Citroën D Super 5, devia ter uma cotação distinta da do D Super, mais próxima da do DS 21 (carburador), ou mesmo idêntica, já que o motor e a caixa são os mesmos. No meu caso, é mesmo a versão Pallas. Não é por acaso, que no livrete do meu, vêm as duas designações: "D Super 5-2175, DS 21 Série M". Assim, bastava pôr: DS 21/D Super 5, com o ano de fabrico até 1975.
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A.M.Silva DS21 Mini1.3i NewC3 Última edição por Antonio Mendes Silva : 13-10-2009 às 13:55 |
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Citação:
Caro amigo eu não estou a referir o meu caso em particular, falo de uma forma geral até porque quando recuperei o carro não fui ver antes a cotação que até podia ser 10€. É impossível restaurar a maioria dos carros mais comuns para vender pelo valor das ditas cotações. Eu simplesmente não ligo as cotações. Comprei vários 128 pelos seguintes preços: 600€, 500€, 400€, 300€, 200€ (este só trouxe as peças) e um por 100€. O que estava melhor foi quase o mais barato.Agora vou comprar este. ![]() Fiat 128 Sport L, 1 EUR, Bencatel - Standvirtual um abraço |
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Citação:
![]() P.S.: Eu também não ligo muito às cotações, mas sempre são uma referência...
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A.M.Silva DS21 Mini1.3i NewC3 |
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Citação:
![]() E com tanto telefonema que já recebeu deve ir em 6 ou 7 vezes mais o valor da cotação. ![]() |
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Citação:
O D Super 5 (DS 21 Série M) deve ser distinguido do D Super, que 1969, veio substituir o ID 20 e que tem menor cilindrada, 1985cc. Agradeço pois, a atenção do Adelino Dinis para esta "injustiça", apesar das cotações serem apenas valores de referência. O meu carro não está à venda, mas se o vendesse, nunca o vedia abaixo dos 20.000 € e já os vi à venda de 1973, ou de 1974, por 25.000 €, pois como disse, as cotações são uma coisa e os valores do mercado *, são outra completamente diferente, como mostrei mais acima, com o exemplo do Lotus Elan Sprint: Citação:
* Admitindo que os carros estão em bom estado. Cumprimentos,
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A.M.Silva DS21 Mini1.3i NewC3 Última edição por Antonio Mendes Silva : 13-10-2009 às 19:38 |
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bem ja que estao a aceitar sugestoes para corrigir erros aqui vai uma dica.
Quando publicam um artigo sobre determinado modelo, tentem conferir se o que acabaram de escrever condiz com o que esta nesta lista de cotaçoes. vou dar um exemplo concreto do guia de compra do opel rekord olympia (com um carro bem bonito ) na revista nº22.No guia de compra diz que o ano de produçao do modelo P1 é de 57 a 60 (o que esta correcto), ja no guia de cotações diz 59-62. As cotações para este modelo de 2 portas esta em 6500€ no guia de compra, no guia de cotaçoes aparece a 3100€ ![]() Dentro dos OPEL acho que faz falta pelo menos valores para algumas versoes Manta. |
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Citação:
Para mim, as cotações são valores de referência, apesar de terem uma importância muito relativa.
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A.M.Silva DS21 Mini1.3i NewC3 Última edição por Antonio Mendes Silva : 14-10-2009 às 11:42 |
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António,
desde o início desta discussão que tem comparado valores de cotação com valores pedidos em anúncio, o que não faz qualquer sentido. O valor de um bem no mercado é o valor de transacção, não o valor que o vendedor ambiciona obter. Na Motor Clásico em Espanha, a cotação do D Special e Super estão juntas e o valor é de 8 300. A Motor Klassic tem uma cotação especifica para o D Super 5, de 12 000 em muito bom estado. O valor para um DS 23 Pallas do mesmo ano é 22 000 euros e avaliam um 23 Pallas Injection por 24 000 euros. Se coloco aqui os valores, todos referentes a modelos de 1972, não é para os subscrever - teria que estudar melhor o assunto, com cotações de outros mercados - mas para lhe explicar uma questão: - para estabelecer o valor de um clássico, o facto de ele ser um bom carro, ou mesmo, praticamente tão bom quanto o melhor, não significa que o seu valor seja parecido. Existe um factor de desejo que não é racional, mas que se traduz em valor. Acredito perfeitamente que um DS como o seja praticamente tão bom em tudo do que, por exemplo, um DS23. E que seja até superior, por exemplo, no factor economia. Mas, colocados ao lado um do outro na secção dos classificados da Motor Clássico, em estado equivalente, praticamente toda a gente preferirá o DS23. E é isso que faz com que exista uma diferença tão grande nas suas cotações (superior a 70%). A diferença não tem justificação racional já que, nestas condições, o D Super 5 é a melhor escolha em termos de custo/benefício. Mas essa não é a função das cotações, que procuram apontar para o valor de transacção de um dado modelo relacionado com os outros. Por isso, é natural que essa diferença se mantenha. Note por favor que utilizei o exemplo dos DS para exemplificar esta situação, mas poderia tê-lo feito com muitos outros modelos, por exemplo, o Jaguar Mk2. Durante muito tempo existiu uma grande diferença entre o 3.4 e o 3.8, muitas vezes superior a 20 ou 30% para o modelo com motor maior. A diferença real é de apenas 10 cv, sendo o 3.4 mais agradável de utilizar a baixas rotações e perdendo pouquíssimo em altas. Agora a diferença parece estabilizada nos 10%, o que faz mais sentido. Tenho também perfeita consciência do custo de restauro completo de um DS, que pode orçar em 20 ou 25 000 euros (ou mais, no caso de modelos especiais) mas, embora importante, este não é um factor decisivo para as cotações apresentadas, até porque existe um enquadramento específico para automóveis em condição concurso. Última edição por Adelino Dinis : 14-10-2009 às 13:46 |
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Pegando nos exemplos referidos, é muito curioso o que se passa, por exemplo, com os Opel GT, em que o 1100 apresenta, na MC, uma cotação quase igual à do 1900 (é quase o dobro da cilindrada e potência!
), e, pelo que tenho ouvido, a tendência em alguns países é mesmo para o 1100 ter uma cotação superior à do 1900! Razão: a sua raridade! ![]() |
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Citação:
O mesmo se passa com o 128 Coupé 1100 que tem também menos cotação na revista, mas não é por isso que deixo de ter vontade de possuir um na versão S, apenas conheço 2 em Portugal contra quase 100 dos outros. Do meu grupo de amigos só há um carro que no fim o valor do restauro deve estar mais ou menos a par com a cotação dele. . |
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